Porto: um fim de semana entre a Ribeira e as galerias

Rua da Galeria de Paris, no Porto, à noite, com luzes quentes e pessoas à porta dos bares
Rua da Galeria de Paris, no Porto, à noite, com luzes quentes e pessoas à porta dos bares
Rua da Galeria de Paris, no Porto, à noite, com luzes quentes e pessoas à porta dos bares

O Porto recebe como quem abre a porta de casa: sem cerimónia e com o copo cheio.

Chega-se à Invicta numa sexta-feira à tarde e percebe-se logo o ritmo: mais lento que Lisboa, mais denso de conversa. O fim de semana começa na Baixa, entre livrarias centenárias e cafés onde o tempo se mede em cimbalinos.

À noite, a Rua da Galeria de Paris e as ruas vizinhas enchem-se de vida. Os bares são pequenos, as portas estão abertas e a mistura é total — estudantes, artistas, vizinhos de sempre. «O Porto recebe como quem abre a porta de casa: sem cerimónia e com o copo cheio», resume um proprietário que nos recebeu à conversa.

Sábado é dia de Ribeira, de atravessar a ponte a pé e de provar uma francesinha (há versões vegetarianas excelentes, palavra de redação). Ao fim da tarde, as galerias de Miguel Bombarda abrem as portas — muitas com programação de artistas LGBTQIA+.

O roteiro completo, com moradas e preços, está no fim do artigo. E se forem no verão, reservem com antecedência: o segredo já não é segredo.

Etiquetas: Porto, Roteiro, Viagens